quarta-feira, 28 de março de 2012

ECONOMIA E PODER



O IMPÉRIO EM MINAS GERAIS:
ECONOMIA E PODER NA ZONA DA MATA MINEIRA DO SÉCULO XIX AO XXI.

     Minas Gerais teve sua economia impulsionada devido à expansão da cultura cafeeira na segunda metade do século XIX. A partir disso pretendemos analisar o constante crescimento de enonomia da província mineira e especificamente São João del-Rei, que além da cultura rural tinha forte influência sob o comércio.
     Hoje em dia caracterizamos a economia de Minas Gerais com o terceiro maior PIB do Brasil com 241,3 bilhões de reais abrigando 19.597.330 habitantes em seus 586.520,368 quilômetros de extensão. Ressaltamos que o comércio mineiro contribui significativamente para o avanço econômico, além do setor agropecuário que apresenta um grande rebanho bovino com a maior produção de leite do país contendo ainda um importante cultivo do feijão, milho, soja, cana-de-açúcar e café.
     Este café começou sua famosa cultura desde a segunda metade do século XIX que se expandiu rapidamente pelo sudeste, região que concentra o alvo das atenções da época até hoje, devido à existencia de poderosos e influenciadores senhores de terra. Quanto mais terra, mais poder se tinha, e o café era a forma mais lucrativa de utilizar de maneira fértil este terreno. A característica rural de hoje em dia em Minas Gerais é devido à essa época que manteve tradições antigas de cultivo, que foi aperfeiçoado e modernizado de acordo com a evolução da produção.
     Segundo o sr. Jairo, responsável presente na visita do grupo ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) de São João del-Rei, o forte da economia na cidade durante o segundo reinado, como citado anteriormente, era exemplificado pelo comércio, e principalmente pelas regiões agropecuárias que engrandeciam e confirmavam caracterizando a cultura econômica da época na região.

Importações e Exportações de Minas Gerais no século XXI:

Exportações: US$ 24,4 bilhões:                                                                                          
Minério de ferro: 29%.
Ferro, aço e suas sobras: 26%.
Café em grão: 12%.
Carros e peças: 8%.
Máquinas e equipamentos: 3%.
Ouro: 3%.
Celulose: 2%.
Outros: 17%.

Importações: US$ 10,5 bilhões:                                                                                       
Veículos automotores e peças: 20%.
Máquinas e equipamentos: 13%.
Carvão mineral e derivados: 12%.
Adubos e fertilizantes: 9%.
Eletroeletrônicos: 7%.
Produtos das indústrias químicas: 7%.
Enxofre: 4%.
Metais não ferrosos: 3%.
Outros: 25%

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